No último sábado (18) os terreiros de tradição africana do município se juntaram ao coletivo Juventudes Pela Revolução para o 2º tamborzaço da resistência, o evento celebra a ancestralidade cultural dessas religiões. Quando o tambor parou, quem estava lá caminhou pela avenida principal da cidade em direção a casa de Axé kwe jetó, na rua jose meneguel, para uma gira de esquerda.
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"E um povo que existe e precisa de representatividade, protagonismo” afirma Matheus Rodolfo. O assistente social denúncia comentários carregados de intolerância, que muitas vezes citam “Jesus Cristo", ele diz "E o jesus que eu conheço e o que acolhe, um Jesus da caridade, que eu conheci tanto na igreja evangélica quanto aqui nos terreiros".
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Durante a caminhada, foram cantados pontos de umbanda, tambor de mina e candomblé, com uma enorme faixa escrito o tema “Nossa sagrado também merece respeito". O coletivo já atua em defesa de minorias sociais a dois anos, com ações voltadas ao meio ambiente, a comunidade LGBTQIA + e outros temas.
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