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O caso ocorrido em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, ganhou um novo desfecho após julgamento em júri popular. Florisval Silva foi absolvido da acusação de homicídio, mesmo tendo confessado ter matado um dos suspeitos de assassinar seu filho em 2019.
O episódio teve início em maio daquele ano, quando João Pedro Bento Silva, filho de Florisval, foi morto a facadas após uma discussão envolvendo futebol durante uma confraternização próxima à casa da família. Segundo as investigações, o jovem se envolveu em um desentendimento com dois homens e acabou sendo atacado.
Horas depois do crime, tomado pela dor e pelo desejo de vingança, Florisval matou um dos suspeitos, Lincon Martins Rodrigues. De acordo com as apurações, ele teria trocado um carro por uma arma antes de cometer o homicídio. Na época, chegou a ficar preso por cerca de 40 dias, mas respondeu ao processo em liberdade até o julgamento.
Durante o processo, Florisval admitiu o crime e declarou que agiu movido pela perda do filho, afirmando posteriormente que teria agido de forma diferente se pudesse voltar atrás. O júri popular, no entanto, decidiu pela absolvição, permitindo que ele continue em liberdade, a menos que o Ministério Público do Paraná apresente recurso.
O outro envolvido na morte de João Pedro, Bruno Giovani Pinto, foi julgado separadamente e condenado a 14 anos de prisão. A decisão reforça a diferença de entendimento do júri em relação às circunstâncias de cada acusado.
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