Minha Casa, Minha Vida recebe R$ 20 bilhões do Fundo Social e aumenta limites de renda

há 2 horas 5
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem

O governo federal oficializou, nesta quarta-feira (15), o repasse de R$ 20 bilhões oriundos do Fundo Social para fortalecer o programa Minha Casa, Minha Vida. O montante será destinado prioritariamente à Faixa 3, visando atingir a meta de três milhões de unidades habitacionais contratadas até o encerramento deste ano.

A nova estratégia financeira surge após uma decisão unânime do Conselho Curador do FGTS, que autorizou o uso desses recursos extras. Além da injeção de capital, o colegiado validou o aumento do teto de renda para os beneficiários e o reajuste nos preços dos imóveis permitidos.

Para as famílias da Faixa 1, o limite salarial aceito avançou de R$ 2.850 para R$ 3.200 mensais. Já os cidadãos enquadrados na Faixa 2 agora podem comprovar rendimentos de até R$ 5.000, superando o antigo teto de R$ 4.700.

O maior impacto nas faixas superiores elevou a renda da Faixa 3 para R$ 9.600 e a da Faixa 4 para R$ 13.000 mensais. Essas correções buscam adequar o acesso ao crédito habitacional diante das variações econômicas registradas recentemente em todo o país.

Em relação ao valor de mercado das residências, as unidades da Faixa 3 passaram de R$ 350 mil para R$ 400 mil. No topo do programa, a Faixa 4 teve reajuste de 20%, permitindo agora o financiamento de propriedades de até R$ 600 mil.

Com essas atualizações, o governo federal pretende dinamizar o setor da construção civil e reduzir o déficit habitacional nas regiões brasileiras. O foco nas faixas intermediárias deve acelerar a assinatura de novos contratos por famílias que antes excediam os limites anteriores.

Fonte/Créditos: Agência Brasil

Ler artigo completo