A realização de rodadas de negócios na ACCIACA, em Canaã dos Carajás, que têm como objetivo aproximar empresas e fortalecer a economia local, voltou ao centro de um debate importante.
Uma crítica recente aponta que, apesar da participação ativa nesses encontros, empresas de grande porte e também terceirizadas não estariam incluindo negócios locais em suas contratações.
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Segundo o questionamento, mesmo marcando presença nas rodadas, a prática seria diferente: fornecedores de fora do estado estariam sendo priorizados. Há relatos de contratações realizadas com empresas de Belo Horizonte, inclusive no setor de transporte, sem abertura para participação de empresas da própria cidade.
Além disso, a crítica se estende para outros segmentos importantes da economia local, como transporte, hotelaria e alimentação, que, segundo apontado, também estariam ficando de fora dessas oportunidades.
Diante disso, surge uma pergunta inevitável: qual é, de fato, o resultado dessas rodadas de negócios para os empreendedores de Canaã?
A proposta dos encontros é clara, gerar conexão e desenvolvimento. Mas, quando empresas locais não conseguem acessar contratos, cresce a percepção de que o espaço acaba sendo mais institucional do que prático.
E aí, na sua opinião: essas rodadas estão gerando oportunidades reais ou ficando apenas no discurso?
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