Um novo relatório da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), órgão vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, concluiu que há indícios de que o ex-presidente Juscelino Kubitschek pode ter sido vítima de assassinato em 1976, na Rodovia Presidente Dutra, no estado do Rio de Janeiro, durante o período da Ditadura Militar no Brasil, a partir da reanálise de documentos, laudos técnicos e investigações históricas sobre o caso.
A comissão é responsável por analisar mortes e desaparecimentos em contextos de violência política, especialmente durante a Ditadura Militar (1964–1985), e por apurar possíveis violações de direitos humanos. O relatório reavalia o caso de Juscelino Kubitschek com base em novas interpretações de documentos e análises técnicas.
Segundo o documento, há indícios de que a morte de JK não teria sido um acidente, como registrado oficialmente, mas possivelmente resultado de ação deliberada. A conclusão é baseada em análise histórica e pericial, sem caráter de decisão judicial.
A versão oficial da morte de JK apontou acidente de trânsito, mas o caso passou a ser reavaliado ao longo dos anos por pesquisadores e comissões.
O relatório destaca inconsistências em versões anteriores e aponta a necessidade de aprofundar as investigações. Segundo o texto, há elementos que sustentam a hipótese de ação intencional no contexto da repressão durante a Ditadura Militar.
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