De acordo com o relato, jornalistas e comunicadores estariam nomeados em cargos públicos, recebendo salários da Prefeitura sem prestar expediente real. A única função desses servidores seria dedicar-se a atacar a honra e a reputação dos opositores nas redes sociais e em blogs.
Recebem para destruir reputações
No pronunciamento, JB Maninho relata que a prática tem sido sistemática. Ao apontar erros na gestão municipal e cobrar melhorias essenciais para a população, a resposta do Executivo não vem de forma institucional, mas através de difamação coordenada.
"Nós estamos fiscalizando, mostrando a verdade, e o que recebemos de volta são ataques de gente que deveria estar trabalhando pelo povo, mas são fantasmas. O dinheiro público paga a mentira."— Vereador JB Maninho
A denúncia sugere que a nomeação desses "jornalistas" serve para mascarar o pagamento pelo "serviço sujo" de desinformação. Ao receberem como funcionários públicos, mas atuarem como cabos eleitorais de ataque, esses indivíduos estariam cometendo uma dupla ilegalidade: o recebimento indevido de salários e a calúnia contra autoridade pública.
Crime contra o Patrimônio Público
Especialistas em direito administrativo alertam que, se comprovada a existência de servidores fantasmas atuando como milícia digital, o caso pode evoluir para uma investigação rigorosa do Ministério Público. As práticas podem configurar crimes de Improbidade Administrativa, Peculato (desvio de dinheiro público) e Associação Criminosa.
O vereador garantiu que não será intimidado pela "máquina do ódio" e que continuará seu trabalho de fiscalização, reunindo provas para que os cofres públicos sejam ressarcidos e os responsáveis punidos.
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