O município de Canaã dos Carajás já registra uma frota de 44.489 veículos, segundo dados atualizados do levantamento veicular no Pará. O número impressiona principalmente quando comparado ao tamanho populacional da cidade, considerada uma das mais ricas do Brasil em arrecadação mineral.
O dado escancara o impacto econômico da mineração sobre o cotidiano urbano. Enquanto bilhões circulam pela cadeia mineral, as ruas da cidade vivem uma verdadeira explosão de motos, caminhonetes e veículos utilitários.
Motos já são maioria absoluta
Os números mostram que a motocicleta virou o principal meio de transporte da população.
Atualmente, Canaã possui:
- 17.549 motocicletas
- 7.848 motonetas
- apenas 10.215 automóveis
Na prática, existem muito mais motos do que carros circulando no município.
O fenômeno é típico de cidades de crescimento acelerado, onde trabalhadores buscam veículos mais baratos, econômicos e ágeis para enfrentar:
- expansão urbana rápida;
- bairros afastados;
- deficiência no transporte coletivo;
- deslocamentos ligados à mineração e obras.
Cidade também vive boom das caminhonetes
Outro dado que chama atenção é a quantidade de veículos utilitários e caminhonetes.
Canaã já possui:
- 4.551 caminhonetes
- 783 camionetas
- 436 utilitários
O cenário revela o peso:
- das mineradoras;
- das terceirizadas;
- das empreiteiras;
- do agronegócio;
- e da circulação constante em áreas de vicinais e estradas de chão.
A presença massiva de picapes virou praticamente uma marca registrada da cidade.
Frota pesada acompanha avanço da mineração
Os dados também mostram forte presença de veículos ligados ao transporte de carga:
- 1.050 caminhões
- 182 caminhões-trator
- 692 reboques
- 215 semirreboques
A estrutura evidencia o tamanho da logística que gira em torno da mineração em Carajás, especialmente das operações ligadas à Vale e empresas terceirizadas.
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